O Bispo de Viseu ou é muito porreiro ou ensandeceu

Já tem o Vaticano à perna por causa da sua posição insustentável acerca do uso do preservativo por parte de infectados com o HIV (uma vergonha, um Bispo tão certinho que ele era...) e agora, benzódeus, sai-se com a heresia de defender o divórcio em caso de violência doméstica?


Então mas agora a Igreja permite que algum dos seus tente salvar vidas à custa dos dogmas mais sagrados? E ainda por cima, não contente em tentar salvar vidas ainda se põe a defender os interesses das fiéis que são "legitimamente" espancadas e metidas na ordem pelos esposos?

Este Bispo não existe...

Sexo irreverente

(Porque há dias em que não apetece respeitar convenções.)


A esta hora já só resta desejar que tenham um resto de dia formidável.

Mudando de assunto...

Para o Z ( e para quem mais quiser)

Misplaced Childhood

E de repente viu-se a falar sozinha com a amiga imaginária no meio da sua linda hortinha coberta de couves-flor.

ATRACÇÃO FATAL

Quem é o Dan Gallagher de serviço?

APANHA-ME SE PUDERES

Eu não sou peixa de dizer desta água não beberei (ou qualquer que seja o termo aplicável à situação em apreço), mas sou gaijita para dizer que de livre e espontânea vontade e a pagar, ainda por cima, só mesmo num momento de insanidade profunda!

Sexo selvagem

(Porque há que atacar com garra cada segunda-feira.)

Em nome do Cabra, fica aqui o desejo de que entrem bem no dia e na semana.

Será que não temos vergonha na cara?

Ou uma vidinha, sei lá!
Ou mais que fazer!...
(ou, se calhar gostamos, e muito, disto...)


É que hoje, Domingo, dia de descanso do Senhor, entraram 346 comentários neste blog.... 
Não me parece nada, mas mesmo nada apropriado.
E, sobretudo, não deve ser muito ecológico.

Questão existencial

Terão elas noção do comprimento médio das minhas postas?

Juro que esta não é boca

Mas acabei de ver uma varejeira, uma horrível e verde varejeira, em cima do restinho da minha omelete.

Tenho nojo, muito nojo, de varejeiras e saber que tenho uma em casa não me vai deixar dormir descansada.
Moscas ainda suporto. Ratos alimento-os, se os vir, e eles não chateiam, baratas só vi em Lisboa e nem sabia o que eram, as melgas dão cabo de mim mas a seguir dou cabo delas (a essas chamo-lhes nomes, dos feios mesmo, e às mãezinhas delas também), de aranhas tenho medo, pânico, pavor, fobia, e não se fala mais nisso, às carraças esmago-as lá fora e a seguir lavo a sangria que deixam, mas varejeiras?!... Varejeiras é nojo mesmo. Muito nojo!
E agora estou aqui cheia de problemas. A omelete estava deliciosa, sobrou um bocado bem bom, já estava a imaginar a bela da sandocha amanhã, mas não sei se agora não irá directamente para os cãezinhos lá fora. É que, acho que já vos disse, mas a nojenta da varejeira, por segundos, milionésimos de segundo, pousou nela! E eu, eu que nem devia ser dada a esses achaques, que afinal até vivo no campo e coisa e tal , tenho um nojo de morte de varejeiras.

Moi, na Feira do Emprego


Aqui estou eu, na Feira do Emprego da Amadora. Fui com a colega Esteticista e ela disse para eu ir bem arranjada. Era para inscrever no Dolce Vita Tejo, que eu pensava ser um centro comercial aqui perto, afinal não... Como sempre deu-me a febre das inscrições (no outro em Picoas até me inscrevi em Recepcionista de Navios Cruzeiro...) Mas só me chamaram para Telemarketing.
Agora entreguei CVs para a Sonae (ai que bom, adoro andar de uniforme) , Phone House (hem, sou mesmo boa a vender telemóveis), num KidsPlay, na Select, na Ericeira Surf shop!
Ela só se inscreveu na Sephora. Aí dispensei. Isto tudo numa hora, pois esquecemo-nos da mudança da hora e chegámos lá ao meio dia (fechava à uma). Estava um frio e vento , mas se me chamarem, com a minha idade e lic. é uma sorte. Sou tão boa como qualquer outra a ignorar clientes e olhar fixamente para o écran do Pc, onde talvez esteja no twitter, no Cabra...

Alguém apagou a luz?

Lembro-me bem do cagaço que apanhei quando pela primeira vez um amigo me desafiou para irmos comer uma francesinha. É que eu tinha acabado de viver um período intenso ao longo do qual quase fui devorado por uma belgazinha e não fazia ideia daquilo a que ele se referia.

Claro que a minha expressão deixou bem claro que apesar da surpresa inicial seria homem para partilhar com o rapaz a estrangeira a que ele teria deitado a mão. Mas afinal não. Após um grande baile que fui levando pelo caminho acabei por chegar à mesa de uma cervejaria onde aterrou não uma curvilínea franciú mas um pão mergulhado num molho assim para o alaranjado.

Depois de conceder ao meu amigo o tempo necessário para conter as gargalhadas, duas imperiais, fui tentando cheirar aquilo enquanto desviava com cautela a fatia superior para tentar perceber o que continha no interior. Claro que a minha desconfiança aumentou quando ele me esclareceu que se tratava de uma cena do Porto (naquela altura eu tinha uma noção um nadinha… benfiquista da Imbicta) e ainda emborquei mais uma imperial para ganhar coragem.


Finalmente, e depois de observar com atenção a cara do outro enquanto saboreava a coisa, acabei por levar aquilo à boca na firme convicção de que iria detestar. Não detestei, para meu espanto. Antes percebi como é injusto uma pessoa dizer mal daquilo que nunca provou, ou pior ainda, que nem sabia existir. Enquanto o meu palato degustava aquele sabor novo, diferente, meio doce meio picante, senti-me quase um tripeiro honorário. Nenhuma gente capaz de produzir uma coisa daquelas podia ser gente menos boa. Abençoados, aliás, por me proporcionarem tal privilégio, o de provar algo de tão especial, uma criação de sonho que entrou na minha vida com a força de uma revolução gastronómica no meu paladar. 

Foi uma sensação inesquecível que ainda hoje me acompanha, sempre que me regalo com tal acepipe. Um prazer renovado, a que acrescentei agora o das irreverentes tostas mistas que naquela terra surpreendente abordam com uma perspectiva absolutamente inédita: não interessa o que se lá meta, interessa é que tostem!

Claro que isso torna uma tosta mista numa espécie de kinder surpresa, tudo pode acontecer dentro de um pão portista e nem vale a pena espreitar pois a ideia, dentro do espírito da francesinha, é mesmo fechar os olhos e confiar na tolerância do palato para com os sabores intensos e absolutamente originais que podem vir dali.

Ainda assim, não podia deixar de fazer o mea culpa alfacinha por algum dia ter posto em causa a mais valia que o Porto e as suas gentes (excluindo o Pinto da Costa, o Rui Rio, o líder da claque do FCP e mais uns quantos) no que concerne aos prazeres que a boca nos dá.

E confesso aqui esta minha pequena traição ao verdadeiro espírito lampião porque se pela boca morre o peixe, não é menos verdade que é também por aí que ele se alimenta.

E que me desabe a Torre dos Clérigos em cima se algum dia passei fome naquele bastião das iguarias com pronúncia do norte. Eu seja ceguinho!

Mais um esperto para o monte

Um homem de 19 anos, já é descrito como o "criminoso mais estúpido de sempre da Pennsylvania" depois de tentar um assalto num local com mais de 300 polícias.

O assaltante apontou uma arma a um polícia reformado que se deslocou à casa de banho de uma convenção de polícias no Estado norte-americano do Pennsylvania.

Alguns dos mais de 300 polícias que estavam no local perseguiram o criminoso e rapidamente puseram fim à sua tentativa de fuga.

O detido foi já classificado como "o mais estúpido" que alguma vez apareceu naquele Estado.

Apetece-me um bolo bom!

Não é nada meu, que até costumo preferir salgados a doces, mas hoje deu-me para isto. Estou para aqui aguada por bolos e pela minha cabeça já passaram todos os que me fazem salivar.

Comecei pelas Palmeirinhas, estas da foto, comidas em pé no balcão da Palmeira em Coimbra. Tinham um recheio de chantilly e ovos que à primeira dentada ia parar exactamente em cima do sapato do senhor do lado, mas eram de-li-ci-o-sas... Estou a imaginar a crosta de açucar a derreter-se na boca, a amêndoa torrada misturada com o chantilly, os ovos moles lambidos do guardanapo... 

Mais em baixo, ao fundo da Rua da Sofia, ficava a Império. Era por esta altura do ano que começavam a aparecer os barcos de chantilly e morangos e tenho cá para mim que foi o nosso arrebatador das moitas quem me iniciou nesse pecado, portanto gaijo, se me estiveres a ouvir, manda meia dúzia (o tipo é um bocadito para o forreta, à dúzia já não chegava...)

Se andar mais um bocadinho para trás no tempo estou a descer a Rua da Fonte, na Figueira, e a passar pela Sofico. Era lá, na fábrica dos bolos, que comprávamos as almofadas acabadas de fazer e que comiamos depois das aulas de natação na velha piscina das docas.
As almofadas eram bolos que nunca mais vi. Feitos com a massa das bolas de Berlim mas com forma rectangular, com um corte em cima cheio, a abarrotar de chantilly (começo a topar que o chantilly tem estado presente em todos eles...).

Pronto. Não vou ser esquisita. Agora também despachava um queque de noz da Ericeira. Ou umas castanhas d'ovos de Viseu. Ou uma Glória comprada às mulheres dos bolos na praia. Ou umas Queijadas de S. Jorge feitas pela Irene em casa da minha mãe. Ou queijadas de Tentúgal comidas a sair do forno na antiga tasca ao pe da Igreja, na esquina da rua, lá ao fundo.
Ou qualquer coisinha doce.... Hoje deu-me para aqui! Pagava por aquilo a que a minha mãe chamaria um bolo bom, mas por aqui perto só há bolos de amêndoa e figo e esses dispenso bem!...

Ele tambem já sabe que há Cabras novas no curral

X-FILES


Depois do introdutório simultâneo da CJ, fiquei curiosa. Será que existiria mesmo um peixe-cabra sem ser neste curral? E olhem que havia mais lendas e explicações, mas o bicharoco é bem estranho!

A explicação espiritual:





Ou o lado científico, para os mais cépticos:

Sexo introdutório simultâneo

Pronto. Já deitei a Mini CJ e o Calamitoso Júnior está no sofá. Já recuperei o meu PC a mais o seu belo ratinho e as minhas idiossincrasias informáticas.
De modos que é assim. Soube da gravidez há bocadinho e o trabalho de parto já começou. E carregaram-lhe na oxitocina, as cabras, que a coisa está andar tão rápido que já vai praí com uns 7 dedos de dilatação.
E são dois. Não, duas. Bivitelinas. Posição cefálica que é como diz, com os cornos bem virados para a saída. Ou prà entrada. Já dá pra ver-lhes a ponta de fora, dois pares, dá quatros cornitos novos a ornamentar o grandioso curral.
Devia ser a coisa mais natural do mundo, mas isto de nascer sem ninguém a assistir ao parto tem muito que se lhe diga. Eu vou aterrar com os cornos no chão quase de certeza, mas pronto, agora já está, there's no turning back!
Cara Chefa, Padrinho Tubarão, Gaija mai linda do Padrinho, Gabs, Santo, Caríssimo Visconde, Maninha Dóri (a agora também Cabra-Peixa - qu'horror!!) , a Cabra-Recruta Calamitosa apresenta-se ao serviço. Espero estar à altura da honra que sinto com este presente que é fazer parte do curral mais estrondoso da blogosfera. E agora vou ali enfrascar-me que ainda não refiz das emoções do dia.

LIGAÇÕES PERIGOSAS

Há uma cena neste filme de Stephen Frears de 1988 que me ficou marcada na memória. Quando, perto do final, o Visconde de Valmont (não confundir com o de Vila do Conde), um magistral John Malkovich, acaba por contrariar os seus sentimentos mais profundos e levar a cabo um plano maquiavélico, justificando-o com apenas 5 palavras, repetidas exaustivamente: "It is beyond my control..."

Escrever neste estaminé é algo que eu sei que não devo fazer. É viciante, está repleto de gente inteligente, espirituosa, boa na sua essência. Eu sou mesmo uma peixa desmemoriada e isso não condiz com a job description anterior.

Pensei recusar. Ficar-me pelas caixas de comentários. Mas, tal como o Visconde de Valmont, aceitar é irresistível, é como contrariar a minha própria natureza. Basicamente, " it is beyond my control..."

E assim sendo, resta-me apenas agradecer o convite, prometer fazer o meu melhor e dizer:

"Boa Noite. O meu nome é Mente Quase Perigosa e sou uma Cabra de Serviço."

Sexo em grupo II

Cabe-me levantar a ponta do véu (e só do véu) acerca do que está em causa no que referi como nuances deste dia do Cabra. E eu levanto (algo de natural em mim).

Em causa está o reforço desta brilhante equipa com duas aquisições de nomeada que vão já de seguida apresentar-se ao excelentíssimo público. Lutámos com o Real Madrid e com o Manchester, mas a Chefa abriu os cordões à bolsa e temos de novo o desequilíbrio entre géneros instalado nesta casa. Claro que os gaijos do Cabra aceitam mais este sacrifício de se verem em nítida desvantagem numérica, fazemos tudo em prol do projecto (esta do projecto é para abrir a porta ao pedido de um subsídio ou assim).

Sem mais delongas, resta-me manifestar o gáudio, o regozijo e a euforia mal contida. E preparar-me para o pior, nesta pele de gaijo num blogue (ainda mais) delas...

Masquesta ******?

Então agora estamos a fazer a festa por email? Não tarda e esta gente muda-se toda para o Twitter...

Ó gentes, para qualquer coisinha mais pessoal é favor usarem as caixinhas de comentários aqui do Cabra, as usual...

Sexo em grupo (edição especial weekend sex)

(Apenas para celebrar as nuances deste dia do Cabra)


E já que aqui estou, aproveito para deixar votos de um fim-de-semana maluko (bem passado)! 

E ponto final parágrafo!

Não gosto, nunca gostei, de xico espertos. Ou xico espertas  (é assim que se diz?!).  A burrice ainda consigo suportar, que burros não têm culpa de serem burros, mas aquelas pessoinhas que se acham muito inteligentes, ou espertas, e na sua cegueira umbiguista não contam com a esperteza ou a inteligências dos outros, deixam-me irritada. Muito irritada. É que até não me ralo com muitos nomes que me chamam mas tentarem-me fazer passar por parva é o caminho mais curto para o caldo se entornar.


Este blog dá-me gozo. Dá-me gozo quando escrevo a sério, o que não faço há muito, dá-me gozo quando leio a grande maioria dos posts que aqui escrevem todos os que comigo aceitaram entrar nesta aventura e dá-me gozo quando as caixinhas de comentários viram um espaço de non sense que nos leva a dar várias e boas gargalhadas. E é esse gozo que me dá, e que acredito que dará a muito mais gente, que eu faço e farei questão de manter e defender. Gosto dos meus gozos, que querem?

Acho que já o disse antes, mas repito-o para quem não o sabe ainda. Tenho muitos anos de blogosfera, tenho muitos anos de mundos virtuais. E se os nossos sentidos se vão desenvolvendo à medida das necessidades por aqui alguns dos meus foram-se desenvolvendo também e ler gente por trás de nicks já não é assim tão difícil. Longe vai o tempo em que tinha um caderninho ao lado onde anotava o que ia percebendo de cada um para não baralhar as mãos.  Não preciso disso agora porque é quase instintivo este reconhecer da personagem por trás do nome ou dos nomes. E é esse um dos encantos que por aqui encontro, o aprender a ler as pessoas de uma forma diferente. Talvez por isso, aqui, deste lado, muitas vezes me limite a fazer um sorriso e a deixar passar o boneco tal qual se faz a uma criança que por tapar a cara com os dedos acha que está escondida. Outras, e esta vai ser uma delas, à força de tentar manter o sorriso dou por mim com dores nos cantos dos lábios e, como já disse, este blog é para me dar gozo e não para me dar dores.

Todos os que aqui escrevem sabem que neste blog há uma regra de ouro, e não, não são os posts de sexo do Shark logo de manhã. Essa é uma das tais regras de gozo, a outra é uma questão de sobrevivência. Somos muitos e todos temos narizes bem levantados. Todos gostamos de dar palpites, todos temos peles sensíveis e todos mandamos por aqui mas, e essa é sagrada, em caso de dúvida o desempate é meu. Em linguagem mais técnica poderia dizer que se todos temos direito de voto eu tenho também direito de veto e o meu voto é qualificado. Nunca foi preciso puxar galões e acho que é isso que faz deste blog um espaço um pouquinho diferente. Por aqui temos uma cumplicidade que dificilmente se quebra e é inutil tentarem fazê-lo a partir do exterior. Meus meninos e meninas, xico espertos e espertas, o meu conselho é este - não vale a pena!
Acredito que muitos e muitas se sintam incomodados, que todos sabemos que há gente por aí a quem o bem estar dos outros incomoda, mas é melhor começarem a tentar engolir e fingir que gostam porque se isso vos dá amargos de boca não contem comigo para vos adoçar a pastilha. E muito menos - e agora sim, leiam isto com aquele tom que de amigável tem pouco - venham para aqui, para o meu sítio, e olhem como me estou a armar em dona disto, dizer quem o pode ou não frequentar e se as nossas caixas de comentários deviam ser fechadas ou abertas. Se querem mandar façam-no lá nos vossos blogs, porque neste não mandam. Se por lá não o podem fazer porque não têm a plateia que desejam talvez esteja chegada a altura de pensarem porquê, mas este palco, por modesto que seja, não vão usar para acertar quaisquer contas que não vos deixam sossegar e vos fazem ter comichões nos sítios mais estranhos. E se a xico espertice não chega para perceberem, eu explico melhor - não se armem em vítimas que tenho pouca paciência para falsos calimeros.
  
Nas caixas de comentários deste blog sempre se dançou conforme a música que tocava, fosse quem fosse a reger a orquestra. A maior parte das vezes, e temos comentários suficientes nos nossos posts para o podermos dizer, a música é gira e boa de dançar, mas se querem mudar o ritmo nós acompanhamos. Não venham é depois queixar-se que trocaram os pés e se estatelaram no chão porque se não se aguentam é porque não vos chegam as perninhas para tanto. Muito menos se queixem do chão que isso só mostra que são maus bailarinos. Ou bailarinas. Mas, sobretudo, não tentem fazer olhos de cordeiro mal morto para disfarçar a vossa lobice porque, como já disse, não suporto gente com a mania que é esperta e que me tenta fazer passar por burra. Garanto que nesses casos mato sem dó nem piedade.

As regras são estas e a grande maioria que por aqui passa sabe que tratamos bem quem vem por bem, mesmo que desafine um pouco nas notas. Quem aqui entra com intuitos diferentes não espere palmadinhas nas costas e tapetes de boas vindas porque não sou só eu quem tem mau feitio e não gostamos mesmo nada que nos tentem estragar o nosso gozo. É mesmo uma questão de feitio, pronto, somos um bocadinho esquisitos quando gostamos de qualquer coisa.
Foram poucas, muito poucas as vezes, em que tivemos de pegar alguém pelo bracinho e pôr no olho da rua. Já tivemos mal entendidos que foram rapidamente resolvidos, porque é assim que as coisas se passam entre gente de bem, e já tivemos discussões homéricas nas caixas de comentários, mas insultos gratuitos, lavares de roupa suja e gentinha ressabiada não gostamos de ver por lá. E não venham depois dizer que estavam só a ser engraçados, ou engraçadas, porque, como já tive o cuidado de avisar, isso é um insulto à minha inteligência e esse é um dos poucos insultos que não perdoo.
Somos maus? Sim, somos, somos muito maus. E feios. E estúpidos. E camelos.
Não somos é parvos!

Heroes

Não se preocupem, eu volto...


Clara, Parabéns


Um boneco para a Clara.
A Minnie nos copos?
Ontem aqui a minnie também foi e deitou-se tarde, e de manhã era a festa do 1º ciclo, e as cantorias alegres das crianças, ressoavam como sinos na minha cabeça... Sabiamente, a regra era cada turma não exceder os 8 minutos, o que foi muito bom. Pena haver duas e três turmas de cada ano, e o meu ser do 4º ano, logo assisti até ao fim . O deles foi "só" uma declamação de toda a história de Portugal em versos feitos por eles e acabaram c0m o 25 de abril a atirarem-nos cravos para cima. Gostei muito. Foi pena terem-lhes dado microfone.
E agora duas semanas de férias em casa, hem, que bom!

Napoleão! Bla bla bla Whiskas saquetas

-Napoleão! Blabla bla... Whiskas saquetas.....blablabla...Whiskas saquetas!- é assim que o seu gato o ouve.

Não duvido. E isto pegou de tal modo que os miúdos não se calam...E estive a pesquisar no google e já há Blogs com este nome, e grupos no Hi5.


"aqui esta um grupo verdadeiramente util...daqueles grupos k vem para mudar a vida das pessoas...as vezes ponho m a pensar k se este grupo n existisse o k seria de mim...isto e' akilo k todos nos procuravamos, mesmo sem dar por isso nos acordavamos e deitava mo nos todos os dias a pensar , falta qualquer coisa na minha vida, mas nao sei o k...sinto k e' algo mas nao o consigo descobrir, ate este grupo ser fundado, agora sinto k esse sentimento ja nao me invade, o k e' um alivio extremo, saber k ja nao vamos continuar assombrados por akela duvida do k faltava para completar a nossa vida, akela incerteza em relacao as coisas, akele balanco em relacao as perguntas k requerem respostas simples, simplesmente porque resolvemos o k tanto nos atormentava, resolvemos nao resolveram. obrigado alexandre por teres fundado este grupo estou te eternamente agradecida. Daki em diante levarei a minha vida normalmente. Pk tudo na vida se resume a "blablabla, wiskas saketas" XD
Responder
Enviado por Catarïna Janeiro

Parabéns Clara!


Hoje é o dia de aniversário da nossa Clara e nada melhor
do que um dia cheio de Sol para brindar a menina mais meiga
e risonha que conheço!

Sexo interminável

(Porque tudo quanto é bom deve perdurar.)


Já repararam que partilhamos a sorte de podermos viver este dia cheio de sol?
Gozem-no bem!

Sexo ao relento (Versão Mix Rapidinha na Madrugada)

Perceberam algures no caminho para o carro que tinha que acontecer. E tinha que acontecer depressa, passada interrompida pelos beijos sôfregos e pelas mãos perdidas nos corpos numa madrugada de uma cidade qualquer.

Ela pedia, cada vez com maior insistência, aquilo que ele queria dar. 
Agora, quero agora! 

E ele deitou-a de bruços no capô, a saia levantada e a cueca afastada para a possuir ali mesmo. Intenso, imenso, sem mundo à volta para atrapalhar. Tudo o resto para ignorar naquele momento inadiável, naquele desejo irreprimível que os cegava quando chegava a hora de amar.
Ela gemia, cada vez com uma cadência mais acelerada, mesmo à beira de uma estrada onde circulavam apenas as emoções desvairadas e aquela dupla de tesões descontroladas que se fundiam e depois explodiam numa reacção em cadeia que ela iniciou com um grito que ecoou nas ruas quase desertas e ele, deliciado, ouviu e murmurou o que sentiu enquanto a comia por detrás.
Agora, quero mais!

Soluções do famoso concurso "Adivinhe de que falam os homens quando se encontram".

Os homens, quando se juntam, aplicam um complexo sistema de comunicação, desenvolvido ao longo de gerações, refinado por melhorias contínuas, sofisticado por avanços espantosos. Os homens comunicam por sinais. Em silêncio, o grau máximo da excelência da comunicação.

Por exemplo, o acto de acender, tranquila e cuidadosamente um Montecristo. Parece um gesto simples, acender um charuto de excelência, saboreá-lo pausadamente. Parece. Mas não é. Na verdade acender um charuto cubano é um sinal, significa um debate acalorado sobre o embargo americano a Cuba, debate-se o efeito Obama nas relações entre os dois países, discutem-se os avanços que teve Raul Castro quando comparado com a acção do seu irmão Fidel, fala-se do desempenho do Benicio del Toro, compara-se a última película sobre Fidel com os Diários de Motocicleta, sem tocar uma vez que seja no desempenho de Garcia Bernal. Há diferenças entre puxar uma baforada de um Montecristo, um Cohiba ou de uma qualquer marca Dominicana. Chama-se pluralidade de opiniões.

Outro exemplo, será a degustação de um whiskey. Parece simples, não é? Mas não, é um tema complexo, daria para meses de conversa. A escolha dos copos, o acto de colocar gelo ou não, a decisão sobre se é um Old Bushmills ou um Jameson de 12 anos define de que lado se está na problemática da Irlanda do Norte, mostra atitude em relação aos últimos acontecimentos no Ulster. Parece que estamos a saborear uma bebida em silêncio, Puccini em fundo, mas não. Estamos a debater o fim do período de ouro dos nichos tecnológicos na Irlanda, estamos a traçar paralelos entre os fluxos migratórios de há quase cem anos, no tempo das grandes fomes e os de hoje, os que resultam das históricas taxas de natalidade dos Irlandeses e o decréscimo das taxas de empregabilidade.

Era só isto. Por agora era só isto.

Sexo intenso!

(Daquele mesmo a sério...)


Desejamos à malta um dia dos que dão pica desbundar!

E agora, algo completamente diferente!

Todos os anos, por esta época costumam aparecer umas revelações magníficas, que envolvem uns pergaminhos perdidos numas grutas no deserto, descobertas por uns pastores que se abrigam da chuva.

Há dois anos foi a descoberta do Evangelho segundo São Judas, afinal o beijo não tinha sido uma traição, tinha sido apenas o cumprimento de insondáveis desígnios e, afinal, Judas tinha sido o eleito para entregar Jesus Cristo, e assim cumprir as Escrituras, e não o traidor que o vendeu por trinta dinheiros.

Antes, tinha sido a datação por carbono 14 do Sudário de Turim, aquele que teria sido trazido da Terra Santa por Cavaleiros Templários e que teria envolvido o corpo de Jesus Cristo depois da sua morte. Afinal, a datação por carbono 14 apontou para o século XIII, mas, lá está, a prova podia ter sido contaminada ou o linho podia ter sido restaurado nessa época.

Este ano, se eu pudesse escolher, havia de gostar de saber porque não coincidem os Evangelhos no que diz respeito à ressurreição.

Vejamos, São Marcos. Refere que os apóstolos fugiram, apenas ficaram algumas mulheres que também fogem com medo. Segundo São Marcos é um jovem vestido de branco que anuncia a ressurreição.

Já São Mateus, refere que o mensageiro da ressurreição é um anjo que a anuncia por entre terramotos e relâmpagos. As mulheres, que, segundo São Marcos, fogem assustadas e nada contam aos discípulos, agora estão alegres e correm a levar a boa nova, não sem antes se prostrarem perante Cristo ressuscitado.

São Lucas? Conta-nos que as mulheres (sempre as primeiras a chegar) encontram o sepulcro vazio. Pedro é o primeiro dos apóstolos a chegar, mas não vê mais nada que não o manto que envolvia o corpo. Cristo ressuscitado aparece mais tarde, incógnito, para uma refeição com os apóstolos.

Finalmente, São João. Agora é Maria Madalena a primeira que chega ao sepulcro. Pensa que o corpo foi roubado, afasta-se para depois regressar com Pedro. Agora são dois anjos que se transformam em Jesus Cristo.

Dava um belo tema para a Quaresma, comparar os Evangelhos. Acho eu, lá está.

Sexo Contorcionista (edição especial)

A Calamity Jane, uma mulher muito exigente, já provou que faz dos gaijos deste blogue o que quer. Não muito tempo atrás, e mediante a ameaça velada de duras sevícias virtuais, obrigou o senhor Visconde a fazer um post só para ela. Eu, igualmente incapaz de dizer não a uma senhora (embora seja óbvio que a mim basta pedirem com jeitinho para a magia acontecer), sou ainda sensível a todas as privações que me manifestam.

E a CJ tem um problema e esse problema só pode ser resolvido com uma dose diária tripla, mesmo concedendo a folga ao fim-de-semana à qual (e muito bem) a Chefa associou a comida.

Claro que não consigo ficar indiferente a tal apelo, sobretudo quando a nossa querida colega e distinta comentadeira até se dá ao trabalho de sugerir o título do post (Visconde, meu caro, estas nuances não são para todos…), e eis-me, uma vez mais, a satisfazer as necessidades de uma donzela em apuros sem mais delongas.

Não vou aqui dizer que garanto as três por dia sem falhas. Isso seria tido por todos vós como uma arrogância ou, do lado masculino da questão, uma fanfarronice escusada. Só por isso não o vou aqui dizer.

Mas dou um sinal de esperança à nossa CJ com esta segunda do dia, bem aviada, que dou a quem precise em geral mas neste caso a ela em particular pelos motivos que atrás referi.

Bem jantadinho, bem conversadinho e tal, talvez não fique fora de hipótese ficar já hoje tirada a teima (ao garantir à CJ um dia mais sortudo e agradável do que se fosse passado numa banheira cheia de patas de coelho peluche e com sais de banho de essência de trevo de quatro folhas). 

Pelo menos acredito que depois desta segunda (bem aviada) ganhará outras cores, outra disposição, uma flexibilidade acrescida e um sorriso que certamente a ajudará a ver o mundo com outras cores. 

Não agradeças, a segunda sabe sempre melhor do que a primeira. Foi um prazer (tirando o torcicolo que me fez ficar com a carola mais de ladecos do que a da Soraia Chaves na foto que a Chefa desencantou para a desacreditar).


Espero que continuem a ter um dia porreiro!

Eu juro que vou parar de rir. Não sei é quando!

Padre em Lisboa recusa baptizar crianças com nome «Lucílio»

O anúncio aconteceu na missa dominical das 12.30 horas, na Igreja do Rato, em Lisboa. O padre João José Marques Eleutério, fervoroso adepto sportinguista, não calou a revolta pela derrota do Sporting no dia anterior para a Taça da Liga. Sobretudo pela forma como aconteceu. Por isso fez questão de o dizer durante a homilia.

Sem comentários!

Homens apaixonam-se em 8,2 segundos.
Contacto nos olhos de uma mulher significa homem apaixonado

Pssst, Gaijas...

(peapequi peem pebaipexo peespetá peupema pecaipexipenha peinpeteipera pepapera pea pedespebunpeda pedo pepospet pede pecipema.... peé pesó pepapera pever pese peepeles penão patopepam...)

E parece que também podem ver gajas nuas

Apesar de eu ter a certeza absoluta que o que querem mesmo é ler os artigos...

Portanto, e porque não gosto que vos falte nada, comunico a quem possa interessar - dois ou três dos que aqui vêm, mais nada - que a Playboy disponibilizou 50 anos de arquivos na net, estando prontinhas para serem consumidas as coelhin, desculpem, as revistas da edição americana de 1957 a 2007.
Já agora, para que a papinha fique toda feita, abram este link - playboyarchive- com o Internet Explorer ou o Firefox (cromos, o Chroma e outros que tais não suportam a aplicação), instalem o Microsoft Silverlight se querem ver a luz ao fundo do túnel e leiam até que a vista vos doa. 
Last but not the least, o serviço é gratuito.
 

Desolé, minhas senhoras, desolé...

Não pensem que me esqueci de comunicar os resultados do famoso concurso "Adivinhe de que falam os homens quando se encontram". Aliás, creio que sou eu a única pessoa que ainda se lembra desse concurso, mas, promessas são promessas e não podemos perder de vista que está em jogo o fantástico troféu "Eu fui a pessoa que ganhou o concurso "Adivinhe de que falam os homens quando se encontram"".

As concorrentes foram aos milhares e organizaram-se, nomeando representantes que, essas sim comentaram. Falharam todas redondamente.

Até se me torce o miocárdio só de pensar que houve quem se lembrasse de sugerir que os homens falam de Mulheres quando estão juntos. São coisas destas que me fazem descrer na raça humana. Mulheres? Reparem, imaginem um cenário em que vários homens se juntam à volta de uma mesa, o tempo é precioso, e alguém imagina que podem ocupar essa janela temporal, esse melhor tempo das suas vidas a falar de Mulheres? Faz tanto sentido como comer sardinahs assadas com molho de caramelo.

Depois, houve a sugestão do Desporto e, mais concretamente, de futebol. Completamente ao lado. Reparem, peço que fechem os olhos e voltem a imaginar uma tertúlia masculina, há alegria no ar, sente-se o pulsar das emoções. Agora imaginem que alguém diz, por redução ao absurdo, "Então o Lucílio lá nos roubou outra vez no sábado...". Imaginem o silêncio sepulcral, os rostos a virar-se para o emissor desta afronta, o ar pesado, o gelo que não se quebra, o isolamento do infeliz. Desporto? Futebol? Nunca.

Foi ainda sugerida a possibilidade de os homens falarem de automóveis, telemóveis ou televisores. Gadgets, vá. Bens materiais, supérfulos, objectos de ostentação. Não, até se me estão a dar os nervos só de pensar que algum homem poderia falar de televisores quando se encontra com os seus iguais.

Finalmente, trabalho. Trabalho? TRABALHO? Nós não trabalhamos, minhas Senhoras. Passamos algum tempo num sítio vagamente parecido com um local de trabalho, mas flutuamos apenas. Aparecemos, damos algumas orientações estratégicas, pedimos um café, damos uma ou outra ordem urgente, assinamos umas coisas e seguimos para o que realmente acrescenta valor ao mundo.

Maneiras que não é de todo possível atribuir o prémio. Era um prémio bonito, até estava a pensar entregar pessoalmente o prémio à vencedora, estas coisas caem sempre bem, seria uma bonita forma de valorizar o prémio, mas não, é completamente impossível, teremos que pensar num novo concurso, alguma coisa mais fácil, que não tenha tanta elaboração estética e assim.

Sexo formidável

(E não se faz a coisa por menos!)


Agora vejam lá se atacam o dia com a fúria de vencer (as contrariedades) e o obrigam a ser um dia bom para que valha a pena ser vivido.

(Uma já está) Aparecida!

Desaparecidas




Sexo felino

(Para celebrar o regresso do Branquinho).


Dia bonito e cheio de sol. Esperamos que o vivam com sorrisos e boa disposição!

Aparecido


Obrigada Shark, e restante pessoal! Gente de muita fé! O bicho apareceu! Caíu do 5º andar, embaralhou-se todo nos estendais por aí abaixo, caiu de patas no cimento e arrastou-se para baixo do prédio.
Quando fui buscar os miúdos não o tinha encontrado mas eles em vez de desatarem a chorar, vieram cheios de entusiasmo procurar o gato. Sendo mais espertos que eu, obviamente que se ajoelharam e viram por baixo do prédio, os olhos dele,a brilhar lá ao fundo (eu sou cegueta também). Depois o rapaz que é mais magro arrastou-se no meio das aranhas e trouxe-o. Fomos de seguida à veterinária, que disse que ele só partiu os caninos de cima e tem uma pata magoada, mas não partida...
Deu-lhe análgésico e antibiótico e disse para eu passar a fechar as janelas, pois isto é um acidente muito comum, eles não aprendem, podem cair duas vezes que caem terceira...e morrem.
Bem, estou muito mais aliviada. A mim é que me ía dando uma coisinha má...

A posta no São Tubarão II

Claro que depois de me descobrir tão consonante com a palavra de Deus, não posso deixar de remeter todos vós para dois posts abaixo pois acredito que é possível reencontrar o animal de estimação da nossa parceira Gabs que aparentemente se terá desequilibrado (no parapeito) mas como qualquer gato terá caído de pé e com saúde para contar a história.

(Eu já vivi num quinto andar e conheço bem o desespero de ver as gatas lá em baixo e um tipo sem as poder alcançar, outra boa explicação para o desaparecimento do animal.)

O assunto é sério e acabei de perder o meu cão e sei o desgosto que isso nos dá, pelo que apelo à vossa atenção de novo para o bichano que, pela cor, é fácil de descortinar mesmo em condições de pouca iluminação.

E amanhã cuidarei de publicar um "sexo felino" especial para enviar energia positiva que permita o regresso breve do gato da nossa parceira de blogue.

A posta no São Tubarão

Acho que já referi algures que sem saber como (deve ter sido uma partida de Carnaval ou assim) o meu nome e morada foram parar à base de dados de uma das muitas organizações religiosas deste país, nomeadamente ao que julgo ser um ramo jesuíta da Igreja Católica. Ignorando o facto de eu ser um agnóstico empedernido (o que até me torna num mercado alvo potencial, bem vistas as coisas), a palavra de Deus é-me assim entregue de forma gratuita na caixa do correio papel sob a forma de uma publicação periódica.

E eu, que não gosto de negar à partida coisa alguma excepto todas as que possam acontecer nas minhas costas, toca de ler a cena em busca de sinais que possam despertar os últimos estertores da minha fé moribunda. Não é que, para minha surpresa, eu e o Senhor até estamos em sintonia?

Então vejam os destaques “urgente” da publicação em causa:

 

Urgente é que diga às pessoas que lhe são queridas quanto as ama.

Tá feito! É que é a toda a hora, sou uma melga nessas lamechices. Um ponto para o filisteu.

Urgente é que saiba que é filho de Deus, e se dê conta de que Ele o ama e que o quer a ver sorrir, feliz e cheio de vida.

Resulta! E Ele até sabe do que eu gosto, daquilo que me faz sorrir, feliz e cheio de vida. E faço. Outro ponto para o excomungado potencial.

Urgente viva intensamente cada segundo e pare para contemplar as belezas da natureza e as criaturas maravilhosas que dela fazem parte.

Na mouche! Digam lá, quem me conhece, se isto não é feito à minha medida? Senhor, eu é nos semáforos, na calçada, seja onde for. Fico paradinho em serena contemplação. Até as fotografo (as criaturas maravilhosas)!

Mas há mais na palavra de Deus que me veste como um casaco com forro de penas (para me ir habituando e ver se não sou alérgico para quando chegar a hora das asinhas…).

Urgente viva da melhor forma possível, contribuindo com o bem estar de todos os que o rodeiam, criando assim um ambiente de paz contínua.

Palavras (de Deus) para quê? Tirando o pormenor desse machismo gramatical do “todos” e substituindo-o pela forma correcta só posso achar que Ele sabe bem que pode contar comigo numa aflição daquelas. É só mandar um sinal ou uma crente (também pode ser descrente que eu tento convertê-la) necessitadinha de paz e de bem-estar e eu cá estarei para esse sacrifício em nome da Fé.

Urgente é que não deixe a vida passar como um sopro e que quando chegar a idade avançada, não olhe para trás como quem quer voltar e sinta que já não há mais tempo, porque tudo o que fez foi em virtude do seu incessante trabalho e de seu repugnante orgulho, pois “esqueceu-se de VIVER”!

Pode ficar descansado, meu Pai! Não há tempo a perder e o que exista não o gastarei com toda a certeza no incessante trabalho nem no meu repugnante orgulho. É sempre a bombar pelos seus insondáveis desígnios fora. E como pouco queijo…

Urgente portanto, saiba distinguir quanto antes o que é urgente na sua vida.

Não falha! Tenho uns óculos magníficos para o efeito e o que é urgente distingue-se na boa, na hora, sobretudo quando trago calças de ganga mais apertadas.

 

Digam lá então se estou ou não no bom caminho para ser meu o Reino dos Céus?

Desapareceu


O Branquinho sumiu-se. Deixei-o fechado na cozinha com a gata e a cadela, e a janela aberta.
Isto sábado. Foi visto pela última vez pela Porteira sentado à janela. De um quinto andar.
Voltei domingo ao jantar e estavam só os outros dois. Lá em baixo no páteo, nada. A Porteira diz que não caiu lá nada. Procurei nas redondezas com o cão, não fosse ele ter sobrevivido à queda (há estendais por aí abaixo), ía caindo nos terrenos das traseiras do prédio, espalhei a notícia pelos passeadores de cães. Já vasculhei a casa toda e pus anuncios nos elevadores.
Agora vou buscar os miúdos à escola, que não sabem de nada e passaram o fim de semana com o pai.
Mehdudfkfj !!!!!

Estavam a falar de arquivo?

E de classificados? 

E já despacharam o sexo?

Então toca a trabalhar e comecem por guardar isto nos favoritos.
Um site - Portugal Institucional - com links para centenas de outros sites. Uns úteis outros nem tanto, mas nunca se sabe quando pode chegar a precisão.

Sexo inadiável

(Porque não podemos começar com adiamentos logo à segunda-feira...)


Tenham um dia excelente e uma semana memorável.

Bola. Isto é um post de bola IV

Bola. Isto é um post de bola III

Queixo-me a toda a hora e estou-me nas tintas porquê. Interessa-me apenas controlar essa tendência foleira a partir de uma de duas opções: canalizar a energia do queixume para a acção eficaz que lhe retire o pretexto para a existência ou, ainda melhor, aproveitar cada momento do meu tempo para ser estupidamente feliz.

A bola é um tema fascinante e presta-se a abordagens tão ligeiras como a bola de Berlim ser melhor com ou sem creme ou tão profundas como analisar a dicotomia entre uma bola de couro oficial vista sob o prisma dos carros topo de gama que o Cristiano Ronaldo pode dar-se ao luxo de espatifar à conta do esférico por contraponto com o trabalho escravo das crianças que definham em fábricas sinistras para o produzir tão baratinho. Eu gosto de variar o prisma em função do estado de espírito do momento e do espaço onde irei botar faladura na secreta esperança de que alguém me dará alguma atenção. Hoje, que até é Domingo e eu não consigo tirar do rosto um sorriso imbecil típico de quem se sente feliz, só me apetece falar na bola (e apetece-me também porque sou o único macho do Cabra que ainda não se pronunciou acerca do tema abordado pelo Visconde) na óptica Gabriel Alves.

O Gabriel Alves, para quem não acompanha de perto o fenómeno desportivo na versão folclórica da coisa, foi talvez um dos três comentadores televisivos mais marcantes das últimas décadas. Não me ocorrem nomes mais sonantes que não os do Alves dos Santos e do Ribeiro Cristóvão.

Mas o Gabriel Alves distinguiu-se sempre dos demais por ser um artista do comentário da bola. Ninguém esquecerá jamais como o médio ala entrava pelo centro do terreno para facilitar a penetração no interior da área, ou de como em cada jogo ficávamos a conhecer o peso e a altura dos jogadores mais a influência da sua magnífica compleição física no aproveitamento das faixas laterais (que municiavam os tais rapagões que o Gabriel descrevia com um entusiasmo impar ).

Eu gosto, como o Gabriel Alves, de jogadas construídas no miolo do terreno para romperem as linhas defensivas na zona central da defesa. Gosto de desarmar o trinco, esse jogador tão empata para o futebol de ataque que toda a gente prefere e quase se extinguiu no futebol prático (frio e sem alma) destes dias, de explorar os corredores laterais em busca do melhor caminho para escancarar a baliza à minha mercê.

Também gosto de um futebol concretizador, porquanto floreado com os adornos típicos do futebolista português. Gostamos de brincar com a bola, de a tratar bem ao ponto de ela não ser capaz de viver sem nós. Era por isso que no tempo do Eusébio e seus pares até parecia que as balizas pediam por favor para, como dizia o Gabriel, viverem a emoção sublime da concretização do objectivo último do Desporto-Rei sob os gritos da multidão em delírio que, todos sabemos, é a maior alegria que a bola nos dá.

Além disso a bola é redonda, tem formas curvilíneas. E isso é mais do que o bastante para eu mudar de assunto a qualquer parágrafo, mesmo sem querer, o que não tem nada a haver com a postura competitiva dos três adeptos com pila que representam os maiores clubes da Capital neste blogue.

 

Pois não?

Bola. Isto é um post de bola II

Nunca me queixo, deve ser de família. Aliás, do ponto de vista desportivo tenho muito poucas queixas a fazer. O meu clube só me trás "alegrias" mas a minha equipa preferida lidera. Aliás foi numa tentativa de perceber se essa liderança estava consolidada que sorri uma vez mais por saber o quanto é bom gostar de desporto. Grande penalidade??
Ora tio, veja lá como é muito bom continuar a acompanhar provas desportivas de perto ao invés de carregar nos ombros o peso e a preocupação das taças.

E ainda não se calaram!

Chega uma gaija a casa depois de uma reunião daquelas, de uma noite que nem vos conto, de uma manhã que nem queiram saber e de uma viagem de algumas horas, para constatar que vive ao lado de um formigueiro ocupado por seres do tamanho de varejas que soam tal e qual uma manada de elefantes furiosos em retirada!

Bola. Isto é um post de bola.

Nunca me queixo, toda a gente sabe isso. Aceito o que a vida me dá, de vez em quando esforço-me um bocadinho para que as coisas efectivamente aconteçam da maneira que mais me apraz, a vida corre-me bem, sou um tipo extremamente bafejado por esse factor aleatório que é a sorte e, lá está, durmo pouco e, dormindo pouco, tenho tempo para fazer mais coisas do que a média das pessoas que dormem mais do que eu, o que é uma sorte.

Nunca me queixo, não sei se já tinha dito isto. Ainda hoje de manhã, estava eu a recuperar de uma dose excessiva de gin tónico, e eis-me subitamente convocado para rumar a Sul, almoçar no Cais da Estação, em Sines, lá está, é uma sorte agora haver um restaurante em condições em Sines, nunca me queixo, o sargo estava delicioso, não tinha que me queixar, nem sequer me queixei de não me ter caído bem o vinho tinto, aquilo do gin deixa marcas, mas não me queixo.

Não me queixo sequer de este post, escrito numa certa e determinada área de Serviço da A2, demorar uma eternidade a ser escrito, a rede cai, é uma maçada, mas não me queixo.

Nunca me queixo. Mas se aquela merda é penalty então eu sou a Soraia Chaves...

Palavras em tom Escarlate

Eu sei que é imodéstia, mas este foi um mimo bonito e aqui no Cabra somos muito sensíveis a estas coisas.

SPM


A síndrome pré-menstrual evidencia-se pelo surgimento de "um conjunto de sinais e sintomas que têm carácter cíclico: precedem a menstruação uma semana ou dias e desaparecem espontaneamente, para voltar no ciclo seguinte", explica Daniel Pereira da Silva, director do Serviço de Ginecologia do Instituto Português de Oncologia de Coimbra.


Perturbações físicas, comportamentais e psíquicas são os principais sintomas da SPM (síndrome pré-menstrual), com maior prevalência da tensão mamária e abdominal e da irritabilidade, de acordo com o especialista. Acrescenta que são comuns também outros sintomas, na sua maioria, psíquicos, como "a labilidade emocional (mudança súbita de humor), tendência depressiva, aumento da ansiedade e cefaleia (dor de cabeça)".

Com menor frequência, pode observar-se em algumas mulheres, sintomas mais preocupantes, do ponto de vista clínico e que se traduzem pela ocorrência de "insónias, perturbações visuais, fobias alimentares, depressão profunda e comportamentos disfóricos", caracterizando-se estes últimos por um mal-estar (depressivo) e agitação nervosa.

Jornal do Centro de Saúde- Daniela Gonçaves

O QUE VALE É QUE DEPOIS DA TEMPESTADE VEM A BONANÇA!

Tereza, aqui no "cabra" pode haver concursos, ou quê?

Uma das missões mais importantes que nos confiam a nós, homens, é manter secreto o tema das nossas conversas quando nos juntamos nessas tertúlias regulares, sãs e absolutamente memoráveis e que deixam as mulheres à beirinha de um ataque de nervos.

É um testemuho que nos passaram as gerações passadas e de que não somos verdadeiramente donos, apenas nos é emprestado para que o passemos às gerações vindouras (e, neste parágrafo, espero que se note que estou num processo de decisão de compra de um Patek Phillipe).

O curioso é que as mulheres crêem que as conversas de homens são invariavelmente sobre mulheres. Não são. Aliás, quem perca mais de dez segundos a falar de mulheres verá a sua masculinidade imediatamente colocada em causa, meio minuto dispensado ao tema dará imediato estatuto de "indivíduo com preferências sexuais alternativas". Podemos dispensar uns segundos, normalmente os primeiros, enquanto nos cumprimentamos efusivamente, a falar dos pontos sensíveis da Soraia Chaves (ah, Visconde, que gosto foleiro, a Soraia Chaves é do mais vulgar que pode haver... (poupem-me... (acabei de inaugurar modalidade parêntesis dentro de parêntesis dentro de parêntesis))), mas não mais que isso.

Não estarão à espera que eu desvende aqui o tema. Não o farei, é saber ancestral. Quer dizer, podia fazê-lo, mas teria que matar-vos a seguir (ah, o Allo, Allo, que engraçado, o Visconde seguia a Allo, Allo...). No entanto, lanço um desafio, melhor, lanço um concurso, o famoso concurso "Adivinhe de que falam os homens quando se encontram". Quem acertar na resposta ganhará o fantástico troféu "Eu fui a pessoa que ganhou o concurso "Adivinhe de que falam os homens quando se encontram"" (e acabei de inaugurar a modalidade aspas dentro de aspas).

(É oficial. Talvez seja melhor nunca mais beber gin tónico)

Tema a Primavera



Olha se não é o Albert "vou desistir, esta cena não é para mim", do Supermodels 2006...
De Cornwall, "builder" e surfista, parecia o menos interessado em ganhar aquilo, e aqui está com a Marianne
(ela realmente fotografa bem) e agora, onde estará?




Chegou o Primovero!


(isto tendo em conta a tal temática base e etc etc...)

Surpresas

Eu acho que o Sr Dr Vitalino Canas diz umas coisas um nadita parvinhas de todo.
Após 8 meses de atraso considera "surpreendente" que se fale na sucessão?? Em particular que a maior vitima desse atraso se lamente??

O que vale é que mesmo que, num acaso infeliz do destino, ele leia estas linhas não deve ficar muito surpreendido.

Sexo urgente!

(Nem sempre a pressa é inimiga da perfeição...)


Para além de um dia cinco estrelas, o Cabra de Serviço deseja-vos um fim-de-semana à maneira!

Make Me a Supermodel

A Jen e a Marianne, as duas concorrentes femininas finais, com o mesmo fato de banho



O facto deste programa (de 2006, na sic Mulher), ser neste momento o programa de TV que sigo com interesse, diz alguma coisa sobre a minha vida neste momento. Play/Pause...Voltando ao Supermodels, a ideia é entre 12 escolher um para entrar para uma agência de modelos e ser supermodel. Havia centenas de candidatos e escolheram seis rapazes e seis raparigas, dos 17 aos 24. Agora restam dois rapazes e duas raparigas. A polémica neste momento é a Jen, que continua em concurso contra a opinião do Júri, que a acha "gorda", para modelo. No início mediram-nos e pesaram-nos, e o que é certo é que ela tem vindo a engordar (mais cinco cm de cintura) e tem umas pernocas... Mede praí 1.80. mas veste o 40 de jeans. O que se nota que dificulta o programa. Chegam os cabides com as roupas e ela veste não o que lhe fica melhor, mas o que consegue "enfiar" (isto parece-me familiar). Os tamanhos são do 32 ao 38, e ela vê-se aflita. Enquanto isso, a Marianne qualquer coisinha lhe assenta bem.
Mas o público continua a votar na Jen para ficar, e ela defende-se dizendo que "quer alargar o conceito de beleza", no sentido literal presumo. Mas ser Supermodel é o quê? É ser aquela/e que diz que sempre foi assim, come o que lhe apetece, nem faz ginástica, é alto e bonito e pronto. E acha ser modelo um trabalho glamouroso, narcisista e fácil. Passar roupas na passerelle, fotos nas revistas, no fundo é um cabide em movimento? Perguntaram a alguns o que achavam mais frustrante no trabalho de manequim "a espera...", "a maquilhagem", "estragarem-me o cabelo". Houve uma que disse "o desperdício da mente". Mas essa estava a ler um livro.

Ingratos

Andei por aí a ler que a blogosfera está parada...
No Cabra tiveram um dia inteirinho de sexo!!!

Sexo envolvente!

(Para contrariar a descida da temperatura.)


Um dia solarengo e feliz, é o que vos desejamos.

Upside down

TEMPERATURAS MÁXIMAS PREVISTAS:

Porto - 23ºC

Lisboa - 21ºC

Faro - 18ºC

Copy Paste

Absolutamente delirante este post encontrado no Diário Ateísta:


CARTAZ NA PORTA DA IGREJA UNIVERSAL:

“SE VOCÊ ESTÁ CANSADO DE PECAR, ENTRE”

e alguém escreveu em baixo:

“SE NÃO ESTIVER… LIGUE-ME! “  MATILDE
- 931536874 - Serviço Completo

O Twitter é (também) isto

O incêndio que neste momento está a destruir o edifício Breams, no centro de Londres, pode ser seguido aqui através das mensagens no Twitter de quem o está a viver de perto.

Que tal foi esse fim de semana?

Se perguntar a um português, a resposta é:

- Lixado, pá. o Benfica perdeu, os putos ficaram doentes, a Maria chateou-se um bocado comigo, lixado, pá, mesmo lixado.

(e, com a conversa, percebe-se que o tipo até era do Sporting, os putos ficaram doentes porque comeram três sobremesas num restaurante fantástico à beira mar, com esplanada, e a Maria chateou-se porque descobriu que o tipo fez umas acrobacias com a vizinha de cima)

Se perguntar a um espanhol, a resposta é:

- De puta madre! Bebi umas cañas com os amigos, almocei lindamente no Tejas Verdes e ainda impressionei a vizinha de cima com uma acrobacias que eu cá sei...

(e, com a conversa, percebe-se que o Real Madrid perdeu o jogo enquanto ele bebia cañas com os amigos, os putos apanharam uma insolação no jardim do Tejas Verdes enquanto ele almoçava lindamente, e a Marisol cheateou-se à brava por causa da cena das acrobacias com a vizinha de cima)

Sexo destravado!

(Não é aconselhável em ruas com inclinação acentuada.)

A toda a malta que por aqui passa deixo, em nome do Cabra de Serviço, os votos sinceros de um dia cheio de coisas boas.

Regra #1 e Única deste blog.

- Analisando as últimas horas, e tendo em conta a sua excelência, os bons dias por aqui passarão a ser dados com Sexo Desenfreado do Shark.


Não obstante, e mesmo prevendo desde já eventuais despesas, este blog não será responsável por quaisquer custos acrescidos, ainda que devidamente justificados, com produtos da Erosfarma Intimidades.  

Mulheres Bem Resolvidas


"Feliz ou Infeliz?" pergunta a Fernanda Câncio no suplemento do Jornal de Notícias, Notícias Magazine, de 15 de Março 2009, que trouxe do lixo lá de baixo. Sim, eu tenho esta cadela que não passeio as vezes que devia e depois tenho de forrar o chão da marquise de jornais, e no meio lá vinha "a revista mais lida em Portugal". Eu gosto dela (da Fernanda Câncio!) e do penteado novo (somos parecidas) e só posso citá-la, pois penso "tal e qual". Ela analisa um inquérito em que os portugueses assumiram 70% que eram felizes. Apesar de tudo são felizes. Em quê? Em tudo, apesar de tudo não estamos na miséria, debaixo da ponte, estamos na mesma desde o ano passado, logo a resposta é felizes, como em "resignados", "não nos damos por vencidos". Responder infeliz seria "ter uma auto estima desgraçada, que nem se dá ao trabalho de disfarçar". Ainda por cima a um entrevistador (no telefone? na rua?) . Feliz em quê? No trabalho? Na família? No amor? Claro que como a autora diz , só quem esteja a passar por uma viúvez ou desgraça evidente, lhe fica mal dizer que é feliz...
E depois recebo o prémio das Mulheres Resolvidas, da Emiele. Eu e mais dez. aqui dos blogs não sei a quem atribuir, mas assim à cabeça vem-me :
a Sem-se-Ver, a Calamity Jane, a Loira, a Ana T., a Vekiki, a Mãe de Todos, a Rachel, a Tereza, as Sofias... Parabéns!

E agora, em quem posso confiar neste blog?

Visconde pergunta:

Por falar em coisas sérias, alguém tem uma vaga ideia se o Brent amanhã vai subir os descer nos mercados, qual será o efeito da reunião de hoje da OPEP em Viena?

Shark responde:

Visconde, a reunião da OPEP vai provocar o efeito oposto ao que toda a gente espera. O crude aumenta. É como na bolsa de valores, acaba sempre por se produzir o efeito contrário ao esperado...

Sexta, o Brent Platt's Dated Mid valia 45,19 dólares por barril. Segunda, o Brent Platt's Dated Mid valia 43,91 dólares por barril.

Sexo desenfreado!

Agora que chamei a vossa atenção desejo-vos um dia magnífico.

A POSTA NA LUBRIFICAÇÃO




Depois de semanas, meses, a encontrar na caixa do correio os folhetos do costume (hipermercados, serralharias, excursões com oferta de tupperware e aparelhos auditivos grátis), foi com agrado que deparei com a apresentação cor-de-rosa da Erosfarma Intimidades.
Como o nome indica, esta empresa está vocacionada para o mercado do prazer. De resto, a foto de uma jovem esbelta com a mão na anca e expressão de actriz porno ladeando a linha completa de massajadores, lubrificantes e afins não deixa margem para dúvidas. "Prometemos melhorar a sua vida sexual!" Não fazem a coisa por menos.

Estou sempre receptivo às novidades nesta área, pois o progresso tecnológico faz antever verdadeiras revoluções na parafernália ao alcance dos(as) mais arrojados(as). E dos mais necessitados(as) também.
Por isso não juntei o folheto pink ao papel para reciclar e decidi dar uma vista d'olhos (só para ver as ilustrações, claro) ao que a empresa (há 15 anos em Portugal - como é que eu não dei por isso?) propõe à vasta clientela potencial.

Logo à cabeça as Kraftdragees, as drageias da potência. O Zé, de Setúbal,another satisfied customer, refere que apesar de reformado ele e a Maria gostam de ter a sua vida sexual e pimba nas drageias que ligam o turbo e dão cabo do início de noite ao Chico e à Amélia do segundo direito que, lamentavelmente, afixaram o autocolante amarelo na caixa do correio e ficam assim privados da "extraordinária bomba de potência" que custa pouco mais de 14 euros. Uma pechincha.

Depois vêm as "super gotas" afrodisíacas que misturadas em qualquer bebida fazem com que uma pessoa não consiga deixar a "cama" (entre aspas, tão a ver?). Indicadas para diabéticos! Este artigo não me entusiasmou pois não necessito de gotinhas para exibir essa incapacidade terrível de deixar a cama. Todas as manhãs, não falha uma...

Mas há mais, no catálogo Primavera/Verão da Erosfarma.
O melhor creme para os amantes de sexo. Recomendado para bolas de berlim! (Isto sou eu a brincar) A Inês, de Ovar, afirma o seguinte: "Tenho sempre alguma dificuldade em excitar-me, mas depois que o meu marido me aplicou Erotisin Creme, tudo se tornou mais fácil, até para ele!". Mais fácil o quê? - , perguntarão.
É que o creme, devidamente barrado, actua exactamente onde é aplicado, nos centros de prazer do homem e da mulher (ou seja, directamente no cérebro).

Não liguei ao perfume com feromonas, mas não deixei de reparar no facto de o P, de Lisboa, colocar a seguinte questão: "a verdade é que as mulheres caem-me todos os dias no colo quando vou no autocarro, será coincidência?!"
Talvez seja coincidência, P, mas à cautela eu começaria a ceder o lugar às senhoras sem as forçar a medidas tão radicais e que, em circunstâncias extremas de inclinação da via e de peso da passageira podem causar danos que nem as drageias de potência conseguem contrariar.

Passei então ao artigo que mais chamou a minha atenção, pela fotografia. No que à primeira vista me pareceu um aparelho medidor de tensão, o Seaman's Pump, estava afinal um pequeno ginásio para o atleta de barguilha. Uma bomba de vácuo para exercitar o pénis, destinada a "desobstruir os corpos cavernosos" do dito. E ainda promete um "aumento generalizado do pénis". Generalizado, note-se. E ainda remove as obstruções dos corpos cavernosos (faz impressão, um gajo saber que tem coisas destas num sítio daqueles...).
Confesso que não me imagino a enfiar o meu apêndice pela "manga interior em silicone com saliências massajadoras" adentro e dar à bomba como se estivesse a encher os pneus da bicicleta, mas uma pessoa nunca sabe o dia de amanhã e quando começa a cair-nos o cabelo tememos logo que nos vai cair também a força na verga (pardon my french).

À cautela, guardarei o folheto. Nem que seja para ter à mão o contacto de quem me pode fornecer o "Super Pacote Surpresa", um kitkeka que inclui um vibrador em borracha, um lubrificante neutro, um afrodisíaco em gotas, 3 preservativos neutros e lubrificados (trazem feita a revisão dos 5.000), um óleo de massagem super deslizante, um slip sexy para ele, um slip sexy para ela e a surpresa de um brinde Erosfarma (que imaginamos não ser um colete reflector nem uma frigideira anti aderente).
E terei sempre à mão os contactos desta Super Empresa para os ceder a qualquer colega que se veja confrontado com aquele problema que, de acordo com o Nicolau Breyner, afecta meio milhão de portugueses.

Só assim poderão juntar-se ao Alberto, um idoso de Almada, que afirma "ter desenvolvido uma língua com aumento generalizado e potência extra para as mais variadas brincadeiras". Embora reconheça que o Wild Climax, lubrificante íntimo à base de água, não gorduroso, não tenha produzido os resultados esperados a "reduzir a fricção na zona mais sensível da sua anatomia traseira".

Já Twitto

E também já começo a ver a graça daquilo.

Recuperei um velho nick, sou a bazert, e não perguntem porquê que dá muito trabalho a explicar...

O preciso momento em que se acabou a bateria...


Isto não é um blog de gaijas...

... mas os gaijos ficam todos sem bateria muito cedo!

Santo, felizmente Belém não é só bola!

Foto: Shark

Os pais não têm sexo?

Têm, sim senhores. E alguns de nós têm mesmo do melhor sexo que se pode encontrar.


As mães não têm sexo?

Garanto que não me esqueço. Deviam ser umas 4 horas da tarde do dia 19 de Setembro de 1997. Eu estava deitada, e até sossegada, a ler Agatha Christie, quando ele entrou. Continuei a ler, tentando esquecer tudo aquilo, até que o ouvi dizer  - são quatro dedos de dilatação.

Nessa altura, talvez por curiosidade, baixei o livro e ele olhou para mim.
Era um enfermeiro mais ou menos da minha idade e, achei eu, devia ser simpático. Pelo menos abriu um sorriso quando me olhou para a cara. Deve estar a tentar animar-me, pensei eu no meio de mais uma contracção. Ingénua... muito ingénua...
Ele continuava a sorrir, ele continuava com todos os exames que o tinham levado ali, mas ele já não continuava calado como eu, mesmo antes de o ouvir falar, desejava que estivesse.
Não, ele decidiu conversar. E foi a conversa que sempre sonhei ter numa altura daquelas.
 - Hei!... Tu és a Teresa!... Irmã da G., cunhada do Q.... Fui da turma deles do liceu, lembro-me muito bem de ti apesar de nunca ter tido coragem para falar contigo... 
e badádi, bádádá, vamos lá lembrar os bons velhos tempos...
Não, não vamos. Não, não quero saber se me conheces da sala de convívio do liceu, e se sabes o meu nome e se me viste noutros carnavais, porque lembram-se do que disse ali em cima? Quatro dedos de dilatação! E sim, quem por lá passou sabe bem que estas coisas não são medidas com régua e muito menos a olho.
Portanto, recapitulemos, aquele gajo, sim, de repente tinha passado a gajo, escolheu uma das alturas mais constrangedoras da minha vida para dizer que me conhecia! E disse-o a olhar para mim, olhos nos olhos, como se nada estivesse a acontecer, como se não tivesse acabado de me tirar as medidas como poucas, muito poucas pessoas, as tiraram.

Percebo tudo. Percebo o profissionalismo que descaracteriza, percebo a vulgaridade do gesto que lhe retira qualquer emoção, percebo o acto médico, mas caramba, somos nós que estamos ali e, para nós, de vulgar tem muito pouco.
Não sei como foi com vocês, outras gajas, mas para mim o que mais me custou nos partos foi o ter perdido, mesmo que por pouco tempo, a minha carga sexual.
Quase que parece que nos dizem que os filhos nos retiram a sensualidade e que quando somos mães deixamos de ser mulheres.

A polémica está instalada no Facebook. Kelli Roman viu serem-lhe proibidas no perfil fotos onde aparecia a amamentar o filho por terem sido consideradas "obscenas" pelos administradores do site. Vai dai iniciou um grupo, o «Hey, Facebook, breastfeeding is not obscene!», para que seja prmitido partilhar na net imagens de mães a amamentar.
Até aqui tudo bem, tem todo o meu apoio, porque considerar esse tipo de fotos obscenas só pode vir de gente doente e censurar o que queer que seja, mesmo que obsceno, causa-me calafrios. E mostrar um peito está longe de ser obsceno, tenha ou não tenha um bebé na ponta.
Mas é isso que não percebo. Porque é que um peito, que não é obsceno mas é sensual, ou pode ser, passa a ser inócuo sensualmente falando se estiver a ser usado para alimentar um filho.
Nunca amamentei em público e não foi propriamente por vergonha, mas recuso-me a aceitar que se não posso, ou não devo, ou não quero, abrir a camisa no meio do restaurante e mostrar o peito ao comensal da frente, porque razão o hei-de poder fazer se for para dar de mamar?
É bonito de ver? Está bem, até é, mas um peito sem bebé também pode ser bonito e isso não é desculpa para andar sem camisa.
É natural? Sim, claro, mas posso dar mais um ou dois exemplos de coisas naturais que não se costumam fazer na frente de multidões.
Sim, já sei, uma mãe a amamentar um filho é quase divino, concordo, mas lá está aquela coisinha que me chateia - as mães, pelos vistos, não têm sexo. Seja estendidas numa marquesa com um gajo a medir-lhe a dilatação seja a amamentarem um bebé as mulheres quando são mães deixam de ser mulheres e ser mãe, por definição, não tem carga erótica.
E isso perturba-me, confesso, porque não me lembro de ter por momento algum deixado de pensar que sou mulher e que, seja o que for que me esteja a acontecer, perdi a carga sexual e sensual capaz de afectar quem por ela se sinta atraído.
Mas, pelos vistos, as mães, enquanto mães, não têm sexo e é essa dualidade mãe mulher que me recuso a aceitar. A não ser que me garantam, me jurem a pés juntos, que a fotografia que aqui pus não é sensual... E não, não sou eu, saquei-a do Google.


Será que andaram a ver o Hitchcock?

É simples de descrever. Estou cá em cima, no quarto da açoteia, e à minha esquerda tenho, completamente aberta, a porta que dá para o terraço cheio de Sol e de Sul. É uma porta estreita, como eram as portas das casas antigas, com um vão de quase um metro de largura que faz com que o canto onde estou fique resguardado. É preciso entrar no quarto para se perceber que está cá gente.

Atrás de mim, perfeitamente alinhada com a porta do terraço, está a janela. Larga, aberta de par em par, virada para os campos a Norte. Entre a porta e a janela, no meio do tecto,  há um candeeiro colorido que quase roça o chão e acho que é por causa dele que a passarada anda doida. Ainda não percebi se o jogo é atravessarem o quarto sem baterem no candeeiro, o que até aqui todos têm conseguido, se querem mesmo é pousar nele mas desalvoram assim que me vêem, certo é que já perdi a conta aos bólides com asas que no meio de um chilrear intenso entram pela porta do terraço e saem pela janela.

E pronto. Lá passou mais um. Desta vez foi uma andorinha e pareceu-me que se não tivesse esbarrado comigo estava pousadinha no candeeiro. Não sei quantos pontos marcou neste jogo louco, mas sei que vai repetir a gracinha. Tinha ar de ser atrevida.
Eu é que estou quase tentada a entrar na brincadeira e a fechar-lhes a janela. Sim, era um bocadinho sádico, mas confesso que devia ter graça vê-los a dar uma cabeçada histórica.

Não consigo deixar de me rir

Tá visto, a Manela Ferreira Leite foi escuteira...


«Chegou a hora da verdade»


(...e até se lembra das músicas, com as letras é que já faz mais confusão, mas eu, que também por lá passei, vou fazer a minha boa acção do dia e deixo-lhe aqui a cantiguinha, para ela não se voltar a enganar.)

Chegou a hora do adeus, 

irmãos, vamos partir,

No abraço dado em Deus, irmãos,

Vamo-nos despedir.

Partimos com a esp´rança, irmãos,

De um dia aqui voltar

Com fé e confiança, irmãos,

Partimos a cantar.

Da Gestão do Assédio (andante cantabile)

A melhor maneira de evitar o assédio é marcar um jantar. Como somos cavalheiros, oferecemos boleia à donzela. A melhor opção é tentar arranjar um Seat, de preferência o modelo Ibiza (aquele vosso vizinho que conduz com um boné de basebol com pála virada para trás tem um Ibiza, de certeza, é pedir-lhe o carro emprestado e dizer que é por causa de um caso de assédio, o miúdo empresta, de certeza). Se, de todo, não se conseguir um Seat, preferencialmente um Ibiza, é tentar um Nissan Qashqai, mas tem que se prateado. Os Qashqai de outras cores também seriam eficientes, mas eu nunca vi Qashqai de outras cores.

Chegados a casa dela, no Ibiza (arranjem uns protectores dos encostos de cabeça com o símbolo do glorioso, dá sempre mais impacto), é travar de repente à porta dela, buzinar e dar umas aceleradelas em ponto morto, enquanto se espera. Impressiona, a sério.

A escolha do restaurante tem que ser meticulosa. Vale a pena perder algum tempo com este pormenor, porque na maioria das vezes elas nem chegam a entrar no restaurante e a missão fica logo resolvida. Os restaurantes de rodízio são aposta certa, aquele cheirinho a gordura e o empregado a interromper constantemente a conversa para oferecer salsichas e pernas de frango costuma ser fatal. Se não houver espaço no Chimarrão (às vezes não há, o mercado de tipos que não querem ser assediados está em alta...), podem sempre escolher o restaurante da Passerelle, aquele cá em cima, no primeiro andar, à esquerda de quem entra (cumprimentem com um abraço o Joaquim, o porteiro, o efeito é impressionante).

O tema da conversa? Simples, falem de como o vosso casamento é infeliz e como seria fantástico ter alguém de vez em quando, mas muito de vez em quando, para desabafar e contar os pormenores do casamento infeliz, mas extremamente infeliz mesmo. Se ela sobreviver à conversa (não sobrevive), reservem-lhe um final feliz. Chemem o empregado, enquanto palitam os dentes, cotovelos em cima da mesa e cara quase encostada à dela (continuem a palitar os dentes) e digam ao Rui, o chefe de mesa "Ela paga o jantar, a seguir pago eu o Ibis da A5".

Não me agradeçam. Faço isto com gosto. Chama-se cidadania.

Centro de estética


Vou abrir um SPA, vou pois, com a minha amiga. Almocei com ela e depois de ter estado no primeiro emprego, uma semana, despediu-se. Ganhava salário mínimo, não tinha hora de almoço e ainda fazia as limpezas. E havia massagens todo o dia, e unhas e isso... Mesmo com a crise continua-se a ir aos cabeleireiros. Eu fico na recepção, ela é a patroa, vêm, umas pessoas do centro de emprego, umas velas, umas massagens, ela tem o curso de Estética, se fôr preciso e vierem locutores stressados da RTP até dou uma mãozinha. Só eu é que a faço rir. Ah. Ah.